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The Mark of Kri
The Mark of Kri. A Sony Computer Entertainment America estava
fazendo mistério sobre esse jogo desenvolvido por um de seus estúdios nos
Estados Unidos, e apesar de seu eminente lançamento, o título esteve envolto
em total mistério - até agora.
Você encarna Rau, um bárbaro, e seu companheiro espiritual, o pássaro Kuzo,
em uma perigosa batalha contra as forças do mal. Sua missão é impedir a
invocação de uma perigosa magia destrutiva - matando centenas de inimigos no
processo, é claro. A trama se desenrola lentamente numa série de missões pré-definidas.
Tudo começa quanto Rau aceita a missão de resgatar alguns pergaminhos em troca
de uma gorda recompensa. Mal sabe ele que isso acabará ajudando seu futuro
inimigo a completar seu plano maligno. Seis pessoas, inclusive seu interesse romântico,
carregam um perigoso símbolo mágico, alheios ao terrível destino que lhes
espera.
O que realmente destaca The Mark of Kri da concorrência é o seu patenteado
sistema de luta. Você marca inimigos usando o controle analógico direito (ele
cria um faixo de luz semelhante ao de Fantavision), e cada um dos oponentes vai
recebendo um botão do controle (triângulo, círculo, 'xis' e quadrado). Depois
disso, cada um deles será utilizado para atacar esse alvo específico - sendo
que os botões livres podem ser usados para desencadear incríveis combos.
Rau pode marcar um inimigo, e utilizar os demais botões para atacar alvos atrás
dele ou nos flancos. A defesa também pode ser aplicada nas demais direções,
permitindo incríveis lutas que lembram as famosas seqüências do filme Conan.
Outro truque de Rau é inspirado em Metal Gear: guardando sua arma, ele entra em
modo furtivo: com música abaixada e desarmado, ele pode se aproximar dos
inimigos discretamente e acabar com pequenos grupos sem que eles saibam o que os
atingiu - usando golpes que lembram os movimentos de degolação de Tenchu.
O bárbaro conta com múltiplas armas: a espada é rápida, mas não tão forte
quanto o lento machado. O arco pode ser usado para derrubar inimigos à distância.
Mas talvez as melhores armas do jogo não sejam feitas de metal e madeira, mas
sim de carne: Rau é capaz de utilizar seu pássaro Kuzo e outros animais de
maneira criativa. Kuzo pode ser usado para ver o que está do outro lado de uma
esquina discretamente, ou trazer objetos distantes e ativar alavancas e botões.
Outro exemplo é o javali, que pode ser disparado com o arco para distrair
inimigos.
A estrutura do jogo é totalmente linear, e o mesmo acontece com as fases. Não
espere inúmeras passagens secretas para encontrar 120 estrelas escondidas. Sua
missão é varar os percursos de cada fase com pequenos genocídios (a Sony diz
que não pretende colocar chefes de fase, apenas entulhar o final de cada seqüência
com MUITOS oponentes). Fãs de Golden Axe não vão reclamar.
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