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A Nippon Ichi Software é uma casa especializada em RPG com
estratégia, tendo lançado diversos sucessos do gênero, como "Makai
Kingdom" e "Phantom Brave". Agora, lançará a continuação de
um de seus melhores títulos.
Em "Disgaea 2", o protagonista Adel é o único ser humano que não
foi transformado em monstro pela maldição de Xenon, um dos demônios
superiores do mundo das trevas. Mas depois de algumas trapalhadas, típicas dos
jogos da Nippon Ichi, acaba embarcado numa aventura com Rosalinda, que vem a ser
filha de Xenon. Ela, como legítima filhinha-de-papai, não sabe nada do mundo
exterior e é responsável pelas maiores gafes do título.
Mas eles não lutarão sozinhos. Eles poderão criar personagens genéricos com
funções definidas, como guerreiros, magos e inúmeros tipos de classes. O
visual dos lutadores foi herdado basicamente do primeiro "Disgaea",
mas há modelos vindo também de "Phantom Brave". Aliás, o estilo de
arte, que lembra os desenhos de "Final Fantasy Tactics", é um dos
pontos altos e um dos diferenciais dos games da Nippon Ichi.
Outros personagens também fazem uma ponta. Quando se aciona as magias top de
linha, demônios superiores como Alexander e Valvorga aparecem durante sua execução.
Eles são personagens de "Makai Kingdom". A personagem Etona, uma
ruiva que era secundária na edição anterior, ganhou mais importância agora.
O sistema de jogo é bastante similar ao antecessor, com o jogador mexendo as
"peças" como um jogo de xadrez. Mas a liberdade é muito maior que os
outros games do gênero RPG com estratégia. Além de ataques normais, há
combos, que acontecem quando vários personagens atacam o mesmo inimigos, ou até
mesmo golpes combinados, com até quatro lutadores participando de um mesmo
ataque.
"Disgaea 2" dará seqüência à filosofia de incluir sistemas
malucos, pouco vistos em jogos. Assim, como no antecessor, o sistema de
parlamento será usado para decidir algumas iniciativas do jogador. Por exemplo,
se o usuário quiser criar um personagem poderoso, precisará enviar a proposta
para o parlamento, para que os congressistas aprovem, ou não, o pedido. Mas, às
vezes, a requisição pode ser feita com um pouco mais de pressão - física,
obviamente.
A novidade agora é um sistema de tribunal, que julgará os personagens que
forem acusados de crime. Com juiz, advogados e promotores, o sistema poderá
imputar penas aos culpados, além de perderem a condição de réu primário.
Será necessário verificar se os seus advogados estão comprometidos com o caso
para melhorar suas chances de defesa. Mas, com um juiz como Priny, que parece um
bicho de pelúcia de pingüim, tudo pode acontecer. Como acontece nos
julgamentos de verdade, algumas situações podem ser resolvidas com dinheiro. O
"mensalão" invadiu o mundo dos videogames.
| Deseja Impressão no DVD e Encarte Frente e Verso |
| Encarte Frente e Verso: |
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| Impressao no DVD: |
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